WP Rest API

O Melhor da Semana N.º 117: WordPress 4.5, WP REST API, JavaScript, Design

Há boas e más notícias sobre o desenvolvimento do WordPress 4.5. Acontece que a boa e a má notícia é a mesma: não haverá integração dos ‘endpoints’, a segunda parte da WP REST API no ‘core’ na versão que será lançada em Abril.

Como pode ser boa e má ao mesmo tempo? Depende da perspectiva. Para quem queria ter os endpoints possíveis nesta altura integrados no core, é uma má notícia. Para quem acha que o melhor é integrar quando todos os endpoints estiverem concluídos, é uma boa notícia.

O assunto foi o mais recente ‘WP drama’, com um debate intenso no canal do ‘core’ no Slack, que deu origem a diversas perspectivas, uma troca de argumentos entre Matt Mullenweg e Ryan McCue. O tema levou David Hayes a abordar o melhor e o pior do que chama de “conservadorismo WordPress“. Por seu lado, Brian Krogsgard defende que a cobertura total não deve ser uma obrigação para a inclusão de endpoints no core.

Na última semana, Adam Silverstein indicou o caminho para o WordPress 4.5 e anunciou que os endpoints ainda não estão prontos e, portanto, ficam de fora. Já o Responsive Preview e o Selective Refresh passam para o core.

Entretanto, o plugin da WP REST API chegou à versão 2.0 Beta 12.

Voltamos a Matt Mullenweg. Algumas das frases que profere nas suas intervenções em wordcamps fazem história. No WordCamp Europa de 2014 falou dos “5 minutos para o futuro” e o tema percorreu sites e blogs relacionados com o WordPress por meses. Agora o mesmo se passa com o “Learn JavaScript. Deeply”, que marcou o seu State of the Word, no WordCamp dos Estados Unidos, em Dezembro.

O tema suscitou diversas reacções e inúmeras opiniões. Josh Pollock já tinha falado sobre o assunto mas agora voltou ao tema, depois do WordCamp de Miami, apresentando uma outra perspectiva. Sem deixar de lado o JavaScript, recomenda cuidado no debate sobre frameworks e defende um “Learn PHP. Deeply”.

A forma como falamos sobre o WordPress influencia os outros, conta Tom McFarlin, que confessa ter a sua quota parte de responsabilidade. O mesmo autor fala-nos ainda sobre a diferença entre parâmetros e argumentos.

Queres personalizar áreas de widgets? Temos aqui uma sugestão de como o podes fazer.

Volta e meia surge alguém a pedir ajuda sobre como mudar do Blogger para WordPress. Aqui fica um guia.

Media, design, usabilidade

Juliette Melton, designer no New York Times, relata como usaram a pesquisa de design para criar a edição em espanhol do jornal nova-iorquino.

Ainda no sector dos media, Erik K. dos Truth Labs, aprendeu algumas coisas sobre a experiência de ler online e a usabilidade ao longo dos últimos seis meses, colaborando com a The Atlantic na produção de três artigos interactivos. É uma experiência que vale a pena conhecer.

O britânico The Independent vai deixar de ter edição impressa e passará a ser apenas online.

Mais design

Eis seis técnicas de comparação e gestão de cores para designers de projectos WordPress.

Há algo de científico na tipografia. Os amantes do tema, embora mais levados pela emotividade, confirma.

A webdev Studios decidiu deixar de usar o menu hamburger.

E ainda

Boa notícia: o Chrome, um dos navegadores mais utilizados, acrescentou suporte para variáveis CSS a partir da versão 49.

A equipa de revisão de temas do repositório do WordPress recomenda aos autores que publiquem, em cada actualização, um registo de alterações. E há quem faça recomendações de como deve ser um bom changelog.

A equipa de temas da Automattic anunciou o lançamento de Components a par de temas que usam o Underscores como ‘starter theme’.

O futuro do WordPress está nos contentores, diz Trent Lapinski.

Depois de verificar que cerca de 80 por cento dos sites que tinha alojado usavam uma versão desactualizada do WordPress, a Bluehost decidiu criar um script Perl usando WP-CLI e código personalizado para actualizar os sites desde a versão 1.0.2. Actualizou mais de dois milhões de sites com uma taxa de sucesso de 99 por cento e apenas 0.007% de clientes a reportar erros.

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